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Postagem sem ideologia, apenas para fins informativos ou de pesquisa.

Após o fim da Regime Militar e da Redemocratização do País, nos anos 1980, vários partidos políticos surgiram no Brasil.

Até o final dos anos 1970, existia o Bipartidarismo, com a presença de dois partidos apenas, a Arena e o MDB. Com a chamada Abertura Política, novas siglas surgiram, muitas se desmembrando de outras. Já nos anos 2000 em diante, ocorreram fusões partidárias e alguns partidos tinha nomes de siglas ou identificações diferentes.

A seguir, a lista dos partidos em atividade no ano de 2022.

PARTIDOS POLÍTICOS NO BRASIL
Nome Sigla Número eleitoral Data de criação
Republicanos Nenhuma 10 2003
Progressistas PP 11 1995
Partido Democrático Trabalhista PDT 12 1979
Partido dos Trabalhadores PT 13 1980
Partido Trabalhista Brasileiro PTB 14 1981
Movimento Democrático Brasileiro MDB 15 1980
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado PSTU 16 1994
Rede Sustentabilidade REDE 18 2013
Podemos PODE 19 1995
Partido Social Cristão PSC 20 1985
Partido Comunista Brasileiro PCB 21 1993
Partido Liberal PL 22 2006
Cidadania Nenhuma 23 1992
Democracia Cristã DC 27 1995
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro PRTB 28 1994
Partido da Causa Operária PCO 29 1995
Partido Novo NOVO 30 2011
Partido da Mobilização Nacional PMN 33 1984
Partido da Mulher Brasileira PMB 35 2008
Partido Trabalhista Cristão PTC 36 1985
Partido Socialista Brasileiro PSB 40 1985
Partido Verde PV 43 1986
União Brasil UNIÃO 44 2021
Partido da Social Democracia Brasileira PSDB 45 1988
Partido Socialismo e Liberdade PSOL 50 2004
Patriota Nenhuma 51 2011
Partido Social Democrático PSD 55 2011
Partido Comunista do Brasil PCdoB 65 1962
Avante Nenhuma 70 1989
Solidariedade Nenhuma 77 2012
Unidade Popular UP 80 2016
Partido Republicano da Ordem Social PROS 90 2010
FONTES: TSE e Wikipédia

Confira o resultado das Eleições Brasileiras em 2018 (Site UOL).

Confira o resultado das Eleições Brasileiras em 2014 (Site UOL).

A Região Metropolitana é um conjunto de diferentes municípios próximos e interligados entre si, que geralmente surgem a partir uma metrópole, uma cidade central e mais desenvolvida, formando uma grande aglomeração urbana e populacional. 

...continuar lendo "DADOS E ESTATÍSTICAS: As dez maiores regiões metropolitanas do Brasil"

FOTO: Força Aérea Brasileira

Mais de 80% do território brasileiro tem terras abaixo de 1000 m acima do nível do mar. Por conta da distância entre as placas tectônicas, o Brasil apresenta altitudes baixas em relação a outros países.

O ponto mais elevado do país fica no Amazonas, o Pico da Neblina (foto acima), com 2.995 m.

A principal forma de relevo brasileira é o planalto. Alguns estados, como os da Regiões Sudeste, assim como a região do Planalto Central, formam um extenso planalto, o Brasileiro.

Boa parte da costa brasileira apresenta morros e falésias. As principais planícies são a dos Pampas Gaúchos, da Amazônia e do Pantanal.

A Serra da Rocinha é uma estrada espetacular que atravessa escarpas íngremes da Serra Geral, no Sul do Brasil. Liga os Campos de Cima da Serra Gaúcho a 1230 m de altitude, com o Litoral Sul Catarinense.

É uma das estradas mais incríveis do Brasil e depois de pronta terá vários mirantes e pontos de parada com vistas incríveis. Para quem vem do litoral Sul de Santa Catarina, a Serra da Rocinha dá acesso aos Campos de Cima da Serra Gaúchos. Fica na divisa dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde no lado gaúcho fica a cidade de São José dos Ausentes, e no lado catarinense a cidade de Timbé do Sul.

A estrada faz parte da rodovia BR-285, que no momento está em obras de pavimentação. Restam ainda, 5 km na parte catarinense da serra e 8 km no lado gaúcho, nos campos de Ausentes. A parte de serra tem 13 km de extensão, ligando o município de São José dos Ausentes e o estado do Rio Grande do Sul (na parte de cima) com Timbé do Sul e Santa Catarina, na parte de baixo. A Serra da Rocinha é parte da Rodovia BR-285, que liga Araranguá (SC) à São Borja (RS), na divisa com a Argentina.

O alto da serra fica a uma altitude de 1230 metros acima do nível do mar. A parte de baixo fica em torno de 1000 metros de diferença de altitude. A BR-285 tem um total de 744,3 quilômetros de extensão. Liga a cidade de Araranguá (SC) a São Borja (RS), na fronteira com a Argentina. Lá se conecta com a Ruta Nacional 14 através da Ponte Internacional sobre o Rio Uruguai.

FONTE: Canal Um Fincão na Estrada.

FONTE: Professor Wladimir - Geografia

O Domínio da Mata Atlântica ou Bioma Mata Atlântica apresenta uma área que engloba uma área de 1.306.000 km², cerca de 15% do território nacional, cobrindo total ou parcialmente 17 estados brasileiros

Há poluição em rios importantes (Paraíba do Sul, São Francisco, Doce e Jequitinhonha).

Apresenta formações vegetais diversificadas, em três tipos: as ombrófilas densas, com ocorrência ao longo da costa; semideciduais e deciduais, pelo interior do Nordeste, Sudeste, Sul e partes do Centro-Oeste; as ombrófilas mistas (Pinheirais) do Sul do Brasil. Há uma grande biodiversidade  de flora e fauna, com a estimativa de 800 espécies de aves, 130 de mamíferos e 180 de anfíbios. Neste bioma, há a presença de restingas e manguezais, entre outros ecossistemas, que formavam um grande contínuo florestal no período do Brasil Colônia.

Área original da Mata Atlântica segundo definição do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA
Unidade da Federação Área UF Área
km2 (1) km2 (2) %  da área do Estado
Alagoas 27 933 14 529 52,01
Bahia 567 295 177 924 31,36
Ceará 146 348 4 878 3,33
Espírito Santo 46 184 46 184 100
Goiás 341 290 10 687 3,13
Mato Grosso do Sul 358 159 51 536 14,39
Minas Gerais 588 384 281 311 47,81
Paraíba 56 585 6 743 11,92
Pernambuco 98 938 17 811 18
Piauí 252 379 22 907 9,08
Paraná 199 709 193 011 96,65
Rio de Janeiro 43 910 43 291 98,59
Rio Grande do Norte 53 307 3 298 6,19
Rio Grande do Sul 282 062 132 070 46,82
Santa Catarina 95 443 95 265 99,81
Sergipe 22 050 7 155 32,45
São Paulo 248 809 197 823 79,51
Total 3 428 783 1 306 421 38,1
(1) IBGE, 1999
(2) ISA, 1999
(3) Sobre a área da UF
DMA - Domínio Mata Atlântica (CONAMA, 1992)

FONTE DO QUADRO: http://www.rbma.org.br/anuario/mata_02_dma.asp

Por: Murilo de Carvalho Góes.

A vida na zona urbana das grandes metrópoles (como Porto Alegre) teve muitas modificações nos últimos cinquenta anos.

Certa vez, descobri, em uma obra sobre o ambiente em Porto Alegre, que em 1948, a cidade tinha 282 mil habitantes; hoje, a Capital Gaúcha, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são quase 1,5 milhão de moradores.

Uma coisa que sempre me chama a atenção em Porto Alegre é, pela sua extensão urbana, a presença de zonas rurais dentro de seu território. Embora com muitos espaços limitados nos bairros das zonas norte, leste e Centro Histórico, ainda é possível ter arborização em várias ruas. Os morros da zona sul, os condomínios fechados e bairros populares, como Lomba do Pinheiro e Restinga, mostram diversas faces, juntando os dois ambientes na mesma metrópole.

Na Grande Porto Alegre, extensão da Capital, várias cidades cresceram de forma muito rápida, sobretudo a partir dos anos 1980, com a instalação de diversas empresas, que atraiam empregos e investimentos em infraestrutura, além de geração de renda. Atualmente (2021) é a quinta maior região metropolitana do país, com mais de 4 milhões de pessoas, distribuídas em 34 municípios.

Na minha infância, lá pelos anos de 1985, 1986, era possível brincar na rua às 23 horas (o popular 11 da noite). Os tempos mudaram, e muito.

A criminalidade aumentou vertiginosamente. Estamos presos em nossas casas, enquanto pessoas de índole duvidosa estão a solta. Além deste problema, Porto Alegre (sobretudo no centro), precisa de uma grande revitalização.

E, neste momento, não entro no mérito de ideologias políticas, e sim de uma mobilização para que cidade seja mais acessível para os seus cidadãos, habitantes e visitantes.

A vida e a cena cultural de Porto Alegre são efervescentes. Deveria ser mais aproveitada e planejada.

Algumas regiões requerem atenção maior do poder público.

É uma pena que estejamos nesta situação, que teve o acréscimo do Coronavírus, em março de 2020. Porto Alegre vive um momento difícil, assim como todo o mundo, mas que, se Deus quiser, será superado. Acreditemos!

Presença do Brasil na Antártica (FOTO: Francisco Eliseu Aquino / Reprodução Youtube do Canal Antártico).
Estação Comandante Ferraz, representação brasileira na Antártica (FOTO: Francisco Eliseu Aquino / Reprodução Youtube do Canal Antártico).

Comandada pelo geógrafo Alexandre Alencar, a "Ice-Live" foi realizada na sexta-feira (21) através do Canal Antártico no Youtube.
O professor Francisco Eliseu Aquino é um pesquisador do Programa Antártico Brasileiro.

No final dos Anos 1980, onde não existia muita tecnologia, e influenciado pela família, o Professor cursou Geografia. A curosidade pela oceanografia e climatologia fez com que Eliseu fizesse, através da UFRGS, conhecer a Antártica.

De forma espontânea, o professor conta suas histórias e seu legado a partir de suas experiências na Antártida. O nome da palestra é a "Antártica, tempo e clima: o que acontece lá não permanece no continente". Desde 1910, a temperatura da Terra mudou e aumentou a partir de 1990. Também cita o Iceberg que se soltou da Antártica há cerca de três dias. A formação de um ciclone extratropical. Todos estes fenômenos são relacionados à Antártida. Caso não tenhamos conscientização e cuidados para a manutenção do ambiente, podemos ter sérias consequências, por conta das mudanças climáticas.. Por exemplo: a temeperatura média da Terra, em 1880, era de 14°C; em 2020, é 15,2°C É considerado muito.
Desde as medições, em 1880, os 10 anos mais quentes aconteceram após o ano 2000.

Na península Antártica, existe a Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), a presença brasileira no continente gelado.
O professor relata seu envolvimento nas saídas de campo à Antártica. Foram várias visitas.

As condições físicas da Antártica são de extremo frio e muito rigorosas. O verão dura três meses. As expedições do Programa Antártico Brasileiro tinha percalços. Mas todos foram superados. O amor à Geografia e a coragem falaram mais alto.

O Brasil é um país considerado continental, com diversas mudanças em sua formação territorial e divisões administrativas.

A primeira divisão administrativa ocorreu a partir do Tratado de Tordesilhas, em 1494. Através dele, a porção leste pertencia a Portugal e a oeste, à Espanha.

Em 1534, surgiu o sistema  de surgmento das Capitanias Hereditárias, que consistiu numa divisão de 15 terras, para membros da Corte e homens de confiança do Rei de Portugal. Cabia aos donatários governar e promover os desenvolvimento das capitanias.

No Brasil, a Linha do Tratado de Tordesilhas traça seus extremos entre Belém do Pará e Laguna (SC).